Prefeita, que mora em uma das áreas mais nobres da cidade, paga valor considerado baixo: R$ 4 mil anuais por terreno do tamanho de, literalmente, uma praça
R$ 4.071,12 totais ou R$ 3.664,01 à vista. Esse é o valor devido este ano do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) devido pela prefeita de Campo Grande Adriane Lopes (PP) ao município que chefia pelo imóvel que possui, no Carandá Bosque III, com área de mais de mil metros quadrados. Para completar, o valor cobrado no bairro da chefe do Executivo municipal, coincidentemente, foi reduzido neste ano pela metade, diferente de outras regiões da cidade, onde chegou a disparar até 400%.
Os valores surpreendem o campo-grandense pelo fato de Adriane morar em uma das mais nobres áreas da Capital e pagar um valor abaixo. Dois motivos parecem explicar a situação. Primeiro a redução da taxa do lixo justamente no bairro Carandá Bosque III, que foi reclassificado de ‘Al’ para ‘NM’, o que reduziu de aproximadamente R$ 1,2 mil para R$ 708.
Além disso, o imóvel da prefeita tem a cobrança, conforme apurado pela reportagem, apenas no terreno, ou seja, não é averbado, não tem cobrança no ‘predial’, na construção em si, como se não houvesse uma residência construída, o que também impacta no valor do imóvel.
A não averbação, se confirmada inclusive, é irregularidade da prefeita contra a própria administração que comanda, passível de multa e até ocultação patrimonial, além de irregularidade fiscal.
R$ 4.071,12 totais ou R$ 3.664,01 à vista. Esse é o valor devido este ano do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) devido pela prefeita de Campo Grande Adriane Lopes (PP) ao município que chefia pelo imóvel que possui, no Carandá Bosque III, com área de mais de mil metros quadrados. Para completar, o valor cobrado no bairro da chefe do Executivo municipal, coincidentemente, foi reduzido neste ano pela metade, diferente de outras regiões da cidade, onde chegou a disparar até 400%.
Os valores surpreendem o campo-grandense pelo fato de Adriane morar em uma das mais nobres áreas da Capital e pagar um valor abaixo. Dois motivos parecem explicar a situação. Primeiro a redução da taxa do lixo justamente no bairro Carandá Bosque III, que foi reclassificado de ‘Al’ para ‘NM’, o que reduziu de aproximadamente R$ 1,2 mil para R$ 708.
Além disso, o imóvel da prefeita tem a cobrança, conforme apurado pela reportagem, apenas no terreno, ou seja, não é averbado, não tem cobrança no ‘predial’, na construção em si, como se não houvesse uma residência construída, o que também impacta no valor do imóvel.
A não averbação, se confirmada inclusive, é irregularidade da prefeita contra a própria administração que comanda, passível de multa e até ocultação patrimonial, além de irregularidade fiscal.
R$ 4.071,12 totais ou R$ 3.664,01 à vista. Esse é o valor devido este ano do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) devido pela prefeita de Campo Grande Adriane Lopes (PP) ao município que chefia pelo imóvel que possui, no Carandá Bosque III, com área de mais de mil metros quadrados. Para completar, o valor cobrado no bairro da chefe do Executivo municipal, coincidentemente, foi reduzido neste ano pela metade, diferente de outras regiões da cidade, onde chegou a disparar até 400%.
Os valores surpreendem o campo-grandense pelo fato de Adriane morar em uma das mais nobres áreas da Capital e pagar um valor abaixo. Dois motivos parecem explicar a situação. Primeiro a redução da taxa do lixo justamente no bairro Carandá Bosque III, que foi reclassificado de ‘Al’ para ‘NM’, o que reduziu de aproximadamente R$ 1,2 mil para R$ 708.
Além disso, o imóvel da prefeita tem a cobrança, conforme apurado pela reportagem, apenas no terreno, ou seja, não é averbado, não tem cobrança no ‘predial’, na construção em si, como se não houvesse uma residência construída, o que também impacta no valor do imóvel.
A não averbação, se confirmada inclusive, é irregularidade da prefeita contra a própria administração que comanda, passível de multa e até ocultação patrimonial, além de irregularidade fiscal.

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